Os meus motivos geralmente são os mesmos: as limitações.
Essa, especificamente, foi desencadeado por uma soma de fatos.
Tédio: a minha bff estava assistindo o seu seriado no seu pc e eu não tinha com quem conversar. A angústia me consumia.
Infortúnio: isto é, a falta de fortuna(?). Limitação essa que me inibe de realizar meus desejos consumistas. Ainda mais que, o que eu podia ter feito para adquirí-la já foi feito. Não retornou resultados como vocês podem ver.
Nessa hora filosofias recheiam nossas cabeças. Não? Eu, pelo menos fico pensando o tempo todo: “Por que?” E os “por quês” são a base da filosofia.
Tanta gente, recheada de recursos dos mais diversos (financeiros, familiares, amigos…), jogando tudo fora. Com atitudes inapropriadas, não dando valor para as coisas que têm. Mas o ser humano é assim, nunca está satisfeito.
Até que a tristeza passa, a gente se conforma, a nossa bff acaba o que estava fazendo e volta a nos encher de alegria.
Como escreveu David Coimbra:
Hay un mundo mejor. Pero és muy caro.
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